domingo, 3 de julho de 2016

No Other

Your eyes are like no other
And your lips are like no other
And your kiss is like no other
And your touch is like no other
And your waist is like no other
And your legs are like no other
And your hair is like no other
And your skin is like no other
And our chemistry is like no other
And your intellect is like no other
And your mind is like no other
And your personallity is like no other
And your smile is like no other
And we fuck like no other
And there is no Other
Just me.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

We're nothing more than ripples in the water. One moment we're here, and then we aren't. All that's left are echoes in the distance.

segunda-feira, 30 de março de 2015

We are born, we grow up, we breathe, we eat, we fuck, we drink, we fight, we work, we learn. But we never really learn. And one day we die, and all we do is leave a trail of destruction in our wake. We tear down twice what we try to build. Every time we try to love, we hurt. And everything we try to care, we let down. We struggle to find meaning, but meaningless is always stalking us and eating us from the inside out. This parasitic black hole within us sucks out all the joy of life, and turns everything black. No light escapes. Our only legacy is pain.


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A verdade não precisa ser bonita

Era uma vez um cientista que descobriu que os espelhos, ao contrário do que se acreditava, não eram superfícies que refletiam raios de luz, mostrando a imagem daquilo que está à sua frente. Eram, na verdade, superfícies que refletiam os pensamentos mais íntimos das pessoas, mostrando aquilo que elas achavam que eram.

Essa descoberta, obviamente, causou muita polêmica. Pessoas que se achavam feias descobriram que eram na verdade galãs e musas de novela, e pessoas que sempre tinham se achado muito bonitas perceberam que eram horrorosas. Algumas poucas não mudaram em nada sua concepção de si mesmas.

Porém, todo esse frisson não durou muito, pois logo o cientista inventou um novo espelho, que mostrava quem a pessoa era. A imagem mostrada mudava de acordo com o caráter de quem se punha à frente desse dele.

A nova invenção também não agradou, pois muitos que tinham recém se descoberto bonitos, perceberam que eram monstros por dentro. Outros, que tinham se percebido feios antes, perceberam que tinham uma linda alma.

Com toda essa polêmica, o cientista então resolveu inventar um último espelho: um que mostrava quem a pessoa queria ser, e não quem ela era. Após muito trabalho, sua invenção foi concluída. Ele a batizou de Photoshop, e desde então as pessoas tem estado confortáveis com seus espelhos.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Monster Inside

Nobody knows, nobody sees
But I have a monster inside
I try and I try to keep it in
But sometimes it's stronger than I

It's an omen saying crow
Locked tight inside of me
It's a raging dire animal
Though not plain to see

Just this once, for one second, I let it out
Saw the heartbreak and destruction it brings about
I swear it'll never again come out

I need you to help me tame this dancing shiva I became
'Cause I know, when all is said and done, I'm to blame
And when it kills me I'll still be whispering your name

terça-feira, 2 de julho de 2013

Song for a love unlived

Your absence in my heart is a razorblade
'Tis the sharpest knife that was ever made
Your face does all but fade out
Sweet reveries by day, dark nightmares at night
Our love is endless as time
Though still it passes me by

I'm haunted by things you've said you've done
And all I wish is for these dreams to be gone
I say to myself that there's naught to be done
If we're to be two, and ne'er be one
Our love is endless as time
Though still it passes me by

Remembering your thighs tight around my waist
Preventing my life from going to waste
I think of your lips and your gaze from afar
And it hurts to remember how far you now are
Our love is endless as time
Though still it passes me by

With you I can do anything in this world
And write the best tragedy that's ever told
Without you my pretentious life's not for long
So all I can do now is sing this blue song
Our love is endless as time
Though still it passes me by

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Also sprach Zarathustra: Through their Love they saw the mystery of the world's equilibrium, and that they themselves were a symbol and expression of this balance. Two triangles united in them into a six-pointed star. Two magnets melted into an ellipsis. They were two. The third was the Unknown Future. The three made One.
I saw the woman looking out upon the world as though enraptured with its beauty. And from the tree on which ripened golden fruit I saw a serpent creep. It whispered in the woman's ear, and I saw her listening, smiling at first suspiciously, then with curiosity which merged into joy. Then I saw her speak to the man. I noticed that he seemed to admire only her and smiled with an expression of joy and sympathy at all she told him.
"This picture you see, is a picture of temptation and fall", said the Voice. "What constitutes the Fall? Do you understand its nature?"
"Life is so good", I said, "and the world so beautiful, and this man and woman wanted to believe in the reality of the world and of themselves. They wanted to forget service and take from the world what it can give. So they made a distinction between themselves and the world. They said, 'We are here, the world is there'. And the world separated from them and became hostile."
"Yes", said the Voice, "this is true. The everlasting mistake with men is that they see the fall in love. But Love is not a fall, it is a soaring above an abyss. And the higher the flight, the more beautiful and alluring appears the earth. But that wisdom, which crawls on earth, advises belief in the earth and in the present. This is the Temptation. And the man and woman yielded to it. They dropped from the eternal realms and submitted to time and death. The balance was disturbed. The fairyland was closed upon them. The elves, undines, sylphs and gnomes became invisible."

quinta-feira, 16 de maio de 2013

I'm but a child before a lion. I stand on the brink of a cliff, ready to fall at any moment. The lion's gaze wanders around, until it finally stays. Those eyes glare at me, I realize. Helpless and defenseless before the beast, I turn to the abyss, considering my choices. Which one should tear me apart? The vertigo sends a chill down my spine, in a mixed sensation of fear and pleasure. I turn back at the lion. It shows me its teeth, though not moving its large paws. I could never beat nor tame a lion, I consider in my mind, but I could try. I turn back again, trying to calculate how long it'd take before I finally hit the rocks below. Not much of a choice, I think with myself. It's not much freedom when the only thing you can choose is the kind of suffering you're going to go through. I don't have enough time to decide. As I can turn back again to the lion before me, it roars and assaults me, throwing us both down the cliff. Life made the choice for me.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Also sprach Zarathustra: Não há exercício intelectual que não resulte ao fim inútil. Uma doutrina filosófica é no início uma descrição verossímil do universo; passam os anos e é um simples capítulo - quando não um parágrafo ou um nome - da história da filosofia. Na literatura, essa caducidade final é ainda mais evidente. O Quixote (...) foi antes de tudo um livro agradável; agora é uma ocasião de brindes patrióticos, de soberba gramatical, de obscenas edições de luxo. A glória é uma incompreensão e talvez a pior.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

De Gandalf e Salomão


Muitas vezes, durante uma situação qualquer, tomado de alegria desejo que o momento não passe, como se eu pudesse congelar aquele instante no tempo e permanecer imerso na sensação que ele proporciona. Em outros momentos, de aflição, de dor, de expectativa ou ansiedade, desejo que o momento acabe antes do que é fisicamente possível. Há ainda momentos de dor que sinto vontade de extender - por culpa, remorso, enfim, Freud provavelmente teria uma boa explicação.
Do lado direito do meu peito está tatuado, em caracteres arábicos, o ditado persa "In niz bogzarad". A tradução usual é "Isto também passará". Não sei até que ponto está correto - não conheço persa nem o suficiente para fazer a diferença entre o sujeito e o predicado da frase - mas acredito que a essência da frase independa da língua nesse caso.
Conta uma lenda que a frase surgiu quando um rei, desejoso de possuir um objeto que tivesse o poder de tornar alguém feliz quando estivesse triste, e triste quando estivesse feliz, entregou a um grupo dos homens mais sábios de seu reino um anel, no qual deveria ser inscrita uma frase com tal poder. Algum tempo depois o grupo de sábios devolveu o anel ao rei, inscrito com a dita frase - isto também passará.
Há inúmeras variações da frase na cultura popular ou erudita, do "Tudo passa, até uva passa" ao "Eles passarão... Eu passarinho!" de Mario Quintana. Mas o que todas essas versões do ditado querem dizer é apenas uma coisa: nada nesta vida é permanente. A mudança é a essência da vida.
Uma vez li que cada átomo de nosso corpo, a cada período de tempo (alguns anos, acredito eu), devido à morte e renovação celular, muda. Supondo que essa renovação completa leve 7 anos, eu poderia dizer que a pessoa que eu era 7 anos atrás não é a mesma que sou hoje. Não é a mesma porque é outro corpo. Outra matéria. Talvez milhares ou milhões de partes de quem eu era hoje façam parte de milhares ou milhões de outras pessoas. A informação na minha mente permanece (ou não?), mas o corpo é outro.
Pedras, montanhas, lagos, se deixados aos seus próprios recursos, não mudam. Talvez seja isso no fundo que sempre usamos como parâmetro para determinar o que constitui um ser vivo: aquilo que muda.
Por que é então que estamos sempre lutando com essa característica da vida, talvez a mais fundamental de todas? Pensando nisso me lembrei do personagem Gandalf, da trilogia de livros de JRR Tolkien transformada em filme por Peter Jackson. Durante uma cena, um monstro de fogo e sombra chamado Balrog tenta destruir os integrantes da sociedade do anel em sua jornada para Mordor. Gandalf, um mago, usa seu poder para impedir a criatura de passar e chegar até os outros, gritando: "Você não passará!". O Balrog não consegue passar, e o conflito resulta em sua queda em um abismo - mas não sem carregar Gandalf com ele.
Pouco importa se Gandalf retornou à vida posteriormente - não é a mitologia de Tolkien que quero discutir - o fato é que sua recusa em deixar que o monstro passasse exigiu seu próprio sacrifício.
Talvez, sem saber, seja isso que estamos fazendo quando exigimos de um instante "Você não passará!". Quando tentamos impedir a mudança, talvez estejamos impedindo a vida, e só o que pode resultar disso é morte - talvez não em sentido literal, mas com certeza a morte de outros momentos reservados para nós que nos recusamos a encontrar por nos acharmos por demais presos a um momento que nos recusamos deixar passar.
Uma segunda tatuagem, dessa vez em minha perna - um trecho de uma música da banda Devil Sold His Soul - diz "First light never to be seen again", ou seja, "A primeira luz nunca é vista de novo". Se pudéssemos de alguma forma segurar o nascer do sol precisamente quando seus primeiros raios são lançados, iluminando o horizonte e dissipando a escuridão da noite, não saberíamos como é iluminado ao meio dia, nem poderíamos apreciar um poente ou a luz solar refletida na lua à noite. Parece-me que cada momento, bom ou ruim, tem o seu lugar na vida, e o que o torna importante para nós é justamente que daqui a mais um instante ele não estará mais lá.

quarta-feira, 13 de março de 2013

The thing that strikes me as truest among those we have in common, is that we're both afraid of people. We're afraid of anything outside of ourselves, and sometimes, of things inside also. But what we're most afraid of, is each other.
'Tis a poor God
That hath allotted me demons
Instead of friends
In this mine life

I want to chase them away
But I'm afraid
When they art gone
There shall be nothing left
Inside

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Moments Are So Fleeting

I wish I could freeze that moment
When you had that half smile
That chases away my torment
And stay within it for a while

I wish I could keep it with me
For all time and eternity
And to see it every day
And my tears to wash away

Have your face always in my mind
Your soothing lips ever so kind
Gentler a smile I could not find

But when I try to hold it near
The moment is not anymore here
I can but watch it disappear

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Azar do dia: Sempre que uma área é urbanizada, inúmeras espécies de animais são expulsas de seu habitat natural. Na cidade sobrevivem apenas ratos, cães, baratas, urubus, e homens - ou seja, apenas aqueles animais que se alimentam de carniça, restos e dejetos.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

As One Incapable of Her Own Distress


Your mask fell
And I saw your true face
And I wept
I shall never tell
And there shan't be any trace
Of the secret you kept

I saw behind your eyes
And gazed at your scarred soul
And almost felt your pains
I'm aware of all your lies
And the things that no one knows
About those new old stains

I'm glad you revealed
The things of which you're scared
And the fear that you can't ease
Now I must surely yield
'Cause I know I can't be spared
From the infection of your disease

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Azar do dia: Cagar é um ato de criação.
Also sprach Zarathustra: Like him and Flamel, he left his home and traveled in search of the Initiated Wisdom; like them both. he returned to become a worker of wonders.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Azar do dia: Tem gente que é árvore; eu prefiro ser folha.

Filmes, Livros e o Sentido da Vida

Hoje me peguei pensando sobre um filme que assisti recentemente: Mr Nobody. Ele conta a história do último homem mortal no planeta - já que no filme, que se passa no futuro, a tecnologia e a medicina estão tão avançados que ninguém mais morre. Fiquei fazendo esse exercício de imaginação, que na verdade nem parece tão difícil, já que vencer a morte não parece mais um objetivo assim tão distante e nebuloso quanto no passado.
E se não precisássemos mais morrer? Acredito que muitas pessoas achariam isso bom, mas não consigo imaginar como o poderia ser. O que faríamos com a vida se não fôssemos morrer? Talvez ficássemos num estado de torpor permanente: tudo poderia ser adiado e nada mais seria urgente. Seria possível sequer a existência da sociedade como a conhecemos?
Apesar do pano de fundo do filme ser essa comunidade global futurista sem morte, o filme se concentra nas escolhas pessoais do personagem principal: escolhas feitas e escolhas não feitas, sem nunca deixar claro qual é qual; uma espécie de Kwisatz Haderach ao contrário (quem estiver familizarizado com o Duna de Frank Herbert entenderá). E creio que entendo porquê. Sem a perspectiva da morte e do tempo que se perde para nunca mais voltar, que importância tem uma escolha? Tudo seria nulo e sem valor. Quem se importa se você escolher o pior caminho possível, se você sempre terá a eternidade para mudar e escolher outra coisa depois? 
Dar sentido à vida mortal já é difícil o suficiente; como seria então dar sentido a uma vida que nunca acabará? Seria isso até mesmo possível? Muito apropriada aqui seria a piada de Douglas Adams em seu Guia do Mochileiro das Galáxias: quando perguntado sobre o significado da vida, do universo e tudo o mais, o computador Deep Thought - na verdade o maior e melhor computador já construído - responde apenas: 42.
Nossas escolhas só tem importância porque não podemos voltar atrás. Talvez seja essa irreversibilidade mesma das escolhas que dê sentido à existência. Há dois filmes de que gosto bastante que ilustram esse dilema fundamental da vida de forma bastante apropriada e dramática.
O primeiro deles é Sete Vidas, do diretor Ben Thomas. No filme, um homem decide doar todos os seus órgãos para se redimir por erros do passado, mas se apaixona por uma das pessoas que receberia um deles. Qual a escolha certa? Se ele doar seus órgãos, como planejado, a mulher que ama viverá, mas ele estará morto. Se ele desistir da doação para estar com a amada, eventualmente é ela que morrerá.
O outro filme se chama A Fonte, de Darren Aronofsky. O filme é sobre um cientista que está pesquisando a cura (e está bem perto dela) de um tipo raro de câncer, que coincidentemente sua mulher possui. A mulher está conformada com a morte, e tenta passar todos os momentos possíveis com o cientista. Este, porém, está tão perto de descobrir a cura que acredita que conseguirá desenvolvê-la a tempo de salvar sua esposa. De novo, qual a resposta certa? Ele pode conseguir a cura, mas talvez não a tempo, e sua mulher morrerá, e ele não terá passado seus últimos momentos com ela. Ou ele pode aproveitar o tempo que resta com ela, mas sabendo que ela inevitavelmente estará morta em breve.
A vida é cheia desses doublebinds, e nunca há resposta certa. Toda decisão que tomamos está elegendo um caminho e destruindo inúmeros outros para sempre. Neste exato momento, enquanto escrevo, estou preso numa caixa de concreto, com um computador à minha frente cheio de números na tela. O dia lá fora está bonito. E estou aqui para que amanhã eu possa estar vivo. Mas será que faz algum sentido eu ficar aqui para poder sobreviver até amanhã, se amanhã estarei novamente aqui, somente para poder sobreviver até depois de amanhã? Não faria mais sentido "viver o dia" e morrer de fome amanhã?
Muitas vezes tenho a impressão de que a vida não passa de uma piada de mal gosto, e que, como diz o personagem do Al Pacino no Advogado do Diabo, deus está se mijando de rir de nós.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Sísifo e a Psicanálise

"Só existe um problema filosófico realmente sério: é o suicídio." Esta é a frase com que Albert Camus abre o livro "O Mito de Sísifo", e ela sempre ficou ecoando na minha cabeça. O título se refere ao titã da mitologia grega que, após a luta com os deuses, foi condenado pelo Olimpo a eternamente empurrar montanha acima uma grande pedra, apenas para, chegando ao cume, vê-la rolar de volta à base, tendo que iniciar novamente seu trabalho. Para Camus, se entendi bem suas idéias, a vida é essencialmente absurda, como o trabalho do titã em questão: qual o propósito de continuar empurrando tal pedra, se sabemos que o trabalho não terá nenhum resultado?
Apesar do existencialismo poder ser considerado uma filosofia pessimista, a resposta de Camus ao problema sempre me pareceu um tanto quanto arbitrariamente otimista. Ele diz que, ao chegarmos ao pico da montanha, naquela fração de segundo entre o término do trabalho de empurrar a pedra e a ação gravitacional que a fará rolar novamente, anulando o esforço que acabamos de empreender, temos um momento de pura lucidez em que o trabalho parece valer a pena. E é esse periódico momento de lucidez que, para ele, torna o suicídio uma resposta inaceitável ao absurdo da vida. Ouso discordar.
Sísifo não empurrava a pedra porque via sentido em seu trabalho. Ele o fazia porque era obrigado por uma força mais poderosa que ele, nesse caso, os deuses do Olimpo. E isso me leva a Freud.
Quando Sigmund Freud desenvolveu sua teoria psicanalítica, foi dito que ele feriu a humanidade com a terceira ferida narcísica. As duas primeiras foram a descoberta de que a Terra não é o centro do universo através de Copérnico, e a segunda a de que os seres humanos são produtos de mero acaso evolutivo, e não criações especiais de um deus todo-poderoso. Freud então desferiu o golpe final quando demonstrou que, a despeito de toda a nossa racionalidade, grande parte do que somos e de como agimos não está sob o nosso controle, sendo produto de uma outra parte de nós que ele chamou de inconsciente.
E é isso que, na minha opinião, nos mantém vivos. Mesmo sabendo que, racionalmente, não há sentido algum em continuar empurrando uma pedra que vai rolar de volta à base da montanha, há uma espécie de força, fora do controle da razão, que nos força a continuar a fazê-lo. Alguns a chamam de deus, outros de destino; eu a chamo, com Freud, de inconsciente.

"We are a psychic process which we do not control, or only partly direct." - Carl Gustav Jung